Um
sexto dos brasileiros são trabalhadores: e ganham entre um salário mínimo e
zilhões de dólares (dependendo das moiras).
Não
são trabalhadores: aqueles que estão no trabalho informal (não têm carteira
assinada nem direito a quase nada que venha do governo), os desempregados
(idem, idem), os mendigos, os loucos, os especiais, os idosos, as crianças, as donas
de casa cujo trabalho não é reconhecido, os nano, micro, mini, pequenos,
transicionais, médios, grandes e gigantes empresários, os autistas, os
artistas, quase toda a população de um Brasil colocado na marginalidade por uma
elite togada de títulos e cargos políticos.
Por
que as pessoas se entregam tão fanaticamente ao poder mistificatório do
sintagma “partido dos trabalhadores”?
Se ele partiu, vamos ver quem chegou: os brasileiros.
Se ele partiu, vamos ver quem chegou: os brasileiros.
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